sexta-feira, 29 de setembro de 2006

A falta de dinheiro...

Bem gente, já estamos em Brasília; mas não tá dando pra colocar o diário aqui pela ausencia de dinheiro, assim como tbm não deu para revelar as fotos e já não temos mais filmes. Vamos ver se passamos ao menos uns dez dias por aqui, pra ver se articulamos alguma grana. No mais, temos recebido muito apoio pela estrada, principalmente dos mais humildes.
Estamos sozinhos enfrentando as estruturas burocráticas e não temos recebido apoio nem mesmo de companheiros de movimentos libertários q diziam compreender a importância desta atividade; estamos sem dinheiro nem mesmo pra revelar as fotos e acabaram os filmes para registrar a viagem. Passamos por perigos na Estrada q mereciam terem sidos registrados; pq enfim esta pedalada tá longe de ser aventura, não tem sido fácil. Por incrível q pareça, as solidariedades q mais temos recebido, têm sido do povão, ditos alienados; estes é q têm sido mais sensíveis ao projeto q estamos realizando; ajudando com pouca comida, com pouca água, com pouco tempo e pouco dinheiro.
Muitas vezes encontramos trabalhadores q pagam reifeições p gente com seu pouco dinheiro, mesmo a gente insistindo em não receber, mas eles percebem q a gente tá precisando mais do q eles e querem ajudar a todo custo.
Continuamos dizendo q esta atividade não é nossa, mas de todos q se disponham a desconstruir este mundo onde toda expressão natural é transformada em mercadoria; como no caso das sementes.
Sentimos q as organizações q tratam de ecologia, como ONGS e sindicatos têm nos tratado sempre com desconfiança, não nos oferecendo nem mesmo uma dormida, apesar de ver nossos esforços em tratar da mesma questão ecológica q eles dizem tratar.
Tivemos grandes apoios de frentistas, borracheiros, q mesmo correndo risco em desobedecer as regras dos gerentes, nos abrigavam. Alguns gerentes quando sabiam, nos expulsavam dos postos. Muito apoio de Trabalhadores rurais em assentamentos, caminhoneiros, circenses, pessoas religiosas, loucos das cidades, desabigados, famintos; temos tido. Já de movimentos anticapitalistas, a ajuda tá bem distante; parece não haver sentido esta atividade de luta cotidiana.
Enfim, é isto.
Encontramos muitas sementes naturais na Bahia, mas colocaremos com mais calma depois q melhorarmos nossa situação financeira.
Inácio, Ivânia e Bartira.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

De Petrolina à Capim Grosso, notícias resumidas de novo...

No outro dia, 6 de setembro de 2006; estávamos em Petrolina...
Mais uma vez, procuramos pelo sindicato, o q nos deixou com mais repugnância ainda, no q diz respeito a máquina burocrática do Campo. Vale ressaltar q a nossa busca pelos sindicatos, é somente para nos orientarmos do mapa das comunidades rurais locais e o q percebemos é q eles não têm mais relações com o campo, tudo parece girar em fuñção do poder do mercado.
Nos abateu muito o pensamento predominante ligado ao Mercado, nos sindicatos de trabalhadores rurais de uma forma geral; nos preocupa perceber q a relação q os trabalhadores têm com estas pessoas q dominam a máquina burocrática,é de ingenuidade, como se o sindicato tivesse prestando-lhes um favor. O sindicato de lá, tinha uma estrutura muito grande, no entanto não podíamos dormir lá, tivemos q mais uma vez, dormir num posto de gazolina afastado da cidade.
Antes, ainda à tarde fomos a Juazeiro, pra feira de lá; almoçamos e uns companheiros q estavam à mesa conosco, ficaram bastante interessados no movimento do Ciclovida e perguntaram se não queríamos ser entrevistados pela tv local, filiada à globo; pois um deles era amigo de um reporter da rede estadual filiada à globo; mas temos resistência a certos meios de comunicação, principalmente deste tipo.
No outro dia, Juazeiro da Bahia, tivemos q enfrentar o estresse da Ponte do Rio São Francisco, q liga Petrolina à Juazeiro; bastante tumultuada pelo 7 de setembro.
Fomos a um posto na saída da cidade, onde dormimos dois dias e fizemos bastante amizade, um posto em frente a CEASA onde tinha muitos trabalhadores disputando cargas.
Em juazeiro, não deu pra fazer quase nada, pegamos o 7 de setembro, o 8 de setembro q era festa do padroeiro da cidade e o 9 de setembro, já era sábado; dia pra fazer nosso relatório, mais fomos incomodados o dia inteiro por uma pessoa exclusivista, da qual não conseguimos nos afastar. Choveu bastante este dia, fez muito frio; dois caminhoneiros nos ofereceram carona. Um ia nos levar à Capim Grosso e o outro para Brasília. Mas não podemos ir à Brasília agora, devido a atividade q precisamos ainda fazer por Bahia, precisamos passar por muitas comunidades rurais daqui ainda.
No dia 9 de setembro, nos transferimos para o outro posto, próximos ao q estávamos, por ser mais seguro para dormimos. No outro dia, íamos ao encontro com o Caminhoneiro q nos ofereceu Carona à Capim Grosso, mas infelizmente este não compareceu; não se deve confiar em todo mundo, né?! Esperamos um pouco ainda e depois fomos dar nossas pedaladas, com atraso, pela espera do caminhão.
20km depois de Juazeiro; um caminhão parou e perguntou pra onde estávamos indo, de início ficou receoso em dar carona, pois éramos três e em Sr. do Bonfim, havia posto fiscal; mas sugeriu, logo após, nos dar uma carona de 20km; q se tornaram 230Km. Seu Zé de Oláia nos trouxera até Capim Grosso. Foi uma Carona Maravilhosa, seu Zé tinha muita história pra contar, também era cordelista, viveu muito tempo na Roça e era de uma sensibilidade enorme. Nos deixou em Capim Grosso, por volta das três horas da tarde no posto mais seguro, onde lavamos nossas roupas, cozinhamos e nos abrigamos. A noite, o caminhoneiro q nos ofereceu carona p Brasília,Osmar, apareceu no Posto e nos trouxera côcos pra beber, foi bastante gentil com a gente. No outro dia, escrevemos o relatório q quase não sai; fomos expulsos do posto, pois este bando de gente suja, acampada nas áreas do empresário, realmente afasta a burguesia q frequenta o posto; mas fomos muito bem acolhidos pelo avô de Piteu, Seu Valdomiro e pelo Piteu,um adolescente de 12 anos, q nos fazia companhia, além de Fernando, q trabalhava na borracharia, Valdinei e mais outros dois companheiros.
Hoje, dia 11 de setembro,fomos a feira de Capim Grosso, bastante interessante; conversamos com algumas pessoas q plantam hortaliças naturais na Comunidade do Junco e estaremos indo para lá amanhã, além de um Assentamento chamado Caissara; íamos sendo atropelados por uma moto, enquanto estávamos numa das barracas; engraçado; pegamos estradas sem acostamento e no entanto íamos sendo atropelados na cidade, numa barraca, enquanto estávamos na feira. Agora, estamos aqui na internet colocando quase tudo o q rolou da viagem; de uma maneira superficial, pois temos muitas coisas ainda pra discutir e colocar em questão, de tudo o q estamos vivenciando e aprendendo, das relações entre as pessoas e pessoas; pessoas e natureza e de tudo o q estamos observando com mais detalhe...mas infelizmente, não estamos dispondo de muito tempo e nem temos muito dinheiro... Enfim, é isto.
Abraços!
Ciclovida na Estrada.
IVânia, Inácio e Bartira.

mais notícias, tbm resumidas...

Dois meses depois, nos encontramos em Cajazeiras...
Ivânia e o Inácio vieram de Fortaleza, passaram dois dias em Quixadá, reuniram-se com jovens q apóiam o Ciclovida( Ruth e Belchior) e querem fazer uma atividade nos colégios públicos de apoio ao Ciclovida. Reuniram-se também com companheiros q fazem parte do Ciclovida em Quixadá e estão fazendo um levantamento das sementes na região de lá; Joana, André e Danúbio. No dia 22 de agosto, saíram de Quixadá à noite, dormindo na casa dos companheiros Tereza e Luís em Senador Pompeu. No dia 23, pela manhã, vão em bairros populares em Senador Pompeu, visitar uma horta de um casal de companheiros antigos do movimento Social do campo. Dia 24, às 5h da manhã, viajam para Icó à procura de uma companheira q na viagem passada, deram notícia quando já estávamos há uns 20km de Icó; q ela havia hortaliças naturais; mas na parada atual na cidade, Ivânia e Inácio percorreram a comunidade dita e não existia esta pessoa. Almoçamos na casa da companheira Fátima Mota; q nos recebeu com carinho; saímos de lá depois da janta, pegando ônibus às 19h para Cajazeiras. Chegando lá, vamos atrás das bicicletas de Inácio e Bartira q ficaram guardadas lá; fomos acolhidos fraternamente pelo companheiro Modesto. No dia 26, fomos à Feira da região e percebemos q houve uma mudança considerável, na feira dos agricultores de lá; poucos produtos da agricultura local. No dia 27, chega a companheira Bartira, para seguir a caminhada q recomeçaria no dia seguinte; dormindo de madrugada, incomodando o Modesto q nos ajudou bastante, arrumando as bagagens nas bicicletas e às 4h30 da manhã, já estávamos de pé para a caminhada do dia 28.
Dia 28 às 6h da manhã; estávamos novamente na estrada. Na primeira parada em Cachoeira dos ìndios, tivemos uma experiência frustrante, ao tentarmos entrar em contato com a cooperativa agrícola para informações dentro de nossa busca; ao falarmos com o presidente da Cooperativa, Francisco, conhecido como Peba, este não soube nos dar a menor informação sobre as comunidades rurais, sendo, conosco, bastante ignorante e arrogante, nos deixando muito revoltados.
o resto da caminhada foi agradável; dormimos em Milagres num posto na entrada de lá e fomos muito bem acolhidos pelo gerente de um restaurante de lá, q nos tratou muito bem, deu comida, foi bem cuidadoso com a gente, sem fazer distinção entre os fregueses, sem nos cobrar nada. No outro dia, 29 de agosto, seguimos para juazeiro, fomos muito bem tratados em todas as paradas q descansávamos 15min.
Em juazeiro do Norte fomos acolhidos pela madrasta do inácio, d. tereza, q nos tratou muito bem. No outro dia almoçamos em casa dos tios do Inácio, Deído e Dedego.
Por volta das 16h, saímos para o Crato e ficamos na casa dos pais de Bartira; Ronald e Conceição. Chegamos lá na quarta feira, dia 30 e na quinta, colocamos nossa preocupação em cerca do desgaste ambiental, falando de nossa busca pelas sementes naturais; num debate q realizamos com a ajuda de nosso amigo Jesus(um estudante do curso de biologia do Crato)na Universidade Regional do Cariri (URCA). Estamos percebendo, além de tudo, q não é só um resgate das sementes naturais q estamos fazendo, mas também da sensibilidades humana.
Na sexta-feira, fomos a ACB(Associação Cristã de Base) onde eles realizam pela manhã, uma feira de produtos orgânicos e lá podíamos ter contato com os agricultores da região; vimos q nesta região há o cultivo de sementes naturais de hortaliças, como tomate cereja; alface. Tivemos contato com Meire, q é presidente da associação dos horticultores Olho d'água em Araruna e ela disse q cultivava hortaliças naturais.
No dia seguinte; Conceição e Ronald nos levaram até Nova Olinda, onde havia uma agrofloresta cultivada pelo agricultor Zé Arthur; na qual a Bartira, junto com um companheiro de Brasília, chamado Enrico; haviam passado lá, anteriormente ( no período em q Bartira esperava os companheiros Ivânia e Inácio, chegarem de Fortaleza, há quase um mês atrás), depois de terem ido numa comunidade próxima ao Timorante, onde há cultivo de hortaliças naturais e conseguiram muitas sementes de cuentro, mudas de cebolinhas e algumas tomates naturais, além de muda de banana natural e mamões naturais q seu Expedito lhes deu; então eles doaram sementes de coentro para seu Zé Arthur, q não apresentava sementes naturais de cuentro. Quando chegamos na comunidade em Nova Olinda, ele havia dito q já tinha plantado do Cuentro; ele também nos deu umas tomates cerejas naturais e Inhame Cará natural.
No domingo, dia 3 de setembro, seguimos viagem; os pais de Bartira nos levou até o Exu e daí em diante seguimos com as bicicletas. Fomos ao timorante, onde vimos algumas experiencias de agricultura orgânica e plantações de hortaliças, na qual a Bartira já havia ido conhecer com o companheiro de Brasília q se mostrou bastante interessado pela campanha do Ciclovida,Enrico. Fomos muito bem recebidos pela família de seu Expedito; Maria Merilania, Fábio, Antonia Marcia, Francisco Flávio, marcos, Marina, Francisco Cesar, hugo, joão, Marcio e Junior.
Saindo de lá, fomos a Bodocó, onde pernoitamos para presenciarmos a feira q há na região, toda segunda feira.
Ficamos impressionados como a feira atinge quase 90% da população daquela cidade; vendemos alguns cordéis, tivemos alguns apoios como do Paulinho( conhecido da companheira Bartira), Ronaldo e seguimos para Ouricuri.
Ao chegarmos nesta cidade, tentamos entrar em contato com uma ONG,na qual ouvimos dizer q tinha experiência com agroecologia;mas quando chegamos em sua sede, havia apenas uma recepcionista q cumpria sua tarefa como se estivesse numa empresa( ONGs e empresas realmente são bem semelhantes; ela nos foi gentil, educada; mas no entanto a formação daquela casa; não comportava uma opção como a nossa; q não tínhamos onde dormir, não éramos "gringos", e estávamos com fome e bastante cansados; mas ela nos indicou um posto para nos acomodarmos. No primeiro Posto, chamado Quixadá; fomos tratados com muita mesquinharia, o gerente do posto não nos permitiu dormir lá,colocando um frentista para nos informar disso, quando estávamos nos dirigindo para falar com o gerente. No segundo posto tivemos uma boa acolhida pelos trabalhadores de lá.
Nele, fomos surpreendidos com a presença de um dos diretores da Caatinga(A ONG, q tínhamos procurado anteriormente); querendo nos conhecer, pq o vigia q ficou amigo da gente, havia falado de nós para ele; o diretor falou conosco no carro em movimento; perguntou quem éramos nós, se o Inácio era estrangeiro; explicamos a ele o nosso objetivo, falamos sobre o Ciclovida, mas mostrando-se pouco interessado; continuou seu percusso desejando "Boa Viagem, vcs têm coragem!"; ao amanhecer do dia 5 de setembro, nos preparamos para saírmos cedo; muitas pessoas nos alertaram a respeito da passagem do Jacaré, q íamos percorrer, lá era um tanto perigoso. Ao andarmos 10km, vimos um acampamento de sem terras, onde paramos para conversar com eles e colocar pra eles nossa preocupação com o meio ambiente; fomos muito bem recebidos, tomamos café com os companheiros Noemi, Peba, Zé Milton, Luís Galdino, Ednaldo, Expeditinho e um companheirinho pequeno Matheus; era o Acampamento Caipitu. Nos deram peixe, nos convidaram para o almoço, mas tivemos q ir; preocupados com a localidade do Jacaré " A boca da morte", q era perigoso a partir do período das 17h.
Na busca de água e cansados pelo calor, como o caminho era bastante deserto; ao avistarmos uma casa há uns 30km de Ouricuri, paramos para beber água e acabamos conversando bastante com a senhora q nos forneceu a água. O medo q as pessoas vivem nessa comunidade, por ser isolada e passar muitas pessoas desconhecidas; às pessoas se fecham com medo do estranho; mesmo q nas conversas, nos indentificássemos com a miseria q era comum entre nós, ela partilhou histórias de vida impressionantes; mesmo assim, não abriu a porta para entrarmos e permanecemos no sol escaldante de 12h. Tivemos q pedalar com fome, com a agonia pelo dezerto e o sol quente, angustiados. Ao pedalarmos umas duas léguas, avistamos um juazeiro; onde descansamos até aparecer uma cobra coral, na qual nos assustamos e saímos. Para aguentarmos o resto da caminhada, tomamos um banho numa lagoa próxima de nós. Até q enfim, chegamos a Santa Cruz; fomos atrás do Sindicato, explicamos para os diretores a nossa causa; mas eles não nos acolheram de forma alguma, alegando não estar em conjunto com os outros diretores, não podendo decidirem entre os três presentes, ficamos revoltados com tal situação extrema de burocracia e colocamos isto para eles. Acabamos dormindo num posto na saída da cidade, fomos muito bem acolhidos pela família de Conceição e suas filhas; elas conseguiram carona pra gente até Petrolina, com o caminhoneiro Tico.

novas notícias, bem resumidas...

16 de junho de 2006,

Passamos dez dias em Senador Pompeu, onde tivemos apoio carinhoso de Tereza e Luis; bem como dos filhos: Jussara, jussimara, Jussimeire, Junípero e ju e dos irmãos de Tereza: Eremita, Hermes(Dois dias de trabalho com as bicicletas); q já eram companheiros de lutas anteriores de Inácio; além de cem reais de material de bicicleta por parte do Antônio, também irmão de Tereza.
Saindo de lá, fomos em direção a Piquet Carneiro, onde tivemos uma boa acolhida pelo amigo do Inácio, chamado Lele q além de tudo nos ajudou no reparo da bicicleta. Por volta das 9h da manhã do outro dia, saímosde lá, planejando chegar a noite em Acopiara; onde dormimos na rodoviária.
De Acopiara pra Iguatu; chegamos nesta por volta das 10h da manhã; buscamos contato com antigos companheiros da luta social do campo; mas infelismente não tivemos nenhum. Mais uma vez dormimos na rodoviária. Lá conhecemos um rapaz q nos pareceu amigável a principio, e nos ofereceu para pernoitar no seu apartamento de pousada; no entanto após longas conversas, observamos q suas posições eram bastantes machistas e desinteressantes para o nosso trajeto; opitamos assim dormir na Rodoviária de Iguatu. Ao amanhecer do dia 18 de junho, saímos, continuando a viagem e dormimos num posto, no municipio de Cascudo, onde encontramos pessoas bastante receptivas e entre elas, nos chamou a atenção, a Hanna; q até brincou com sua filhinha, dizendo q ia conosco. Após saírmos de lá, no amanhecer do dia seguinte; chegamos em Icó, por volta das onze horas da manhã; fortalecidos com bons bate-papos. Chegando nesta cidade fomos ao sindicato dos trabalhadores rurais para obter informações sobre as comunidades rurais da região e eles nos forneceram dados sobre sementes naturais, onde eles apresentaram algumas variedades: milho pipoca, gigilim preto e gigilim branco, feijão cassapum, feijão rosquinha, amendoim, feijão corujinha, feijão trivicia, feijão quebra cadeira, cabaça, feijão coquinho branco, feijão galanjão, feijão milagroso, milho palha roxa, fava gordurinha,arroz rio formoso, melão verdadeiro,melancia rajada, fava branca, feijão cedrence, milho pixurum. Um "detalhe" preocupante é q o diretor do sindicato; José Simão, fala q já desapareceram vários tipos de sementes, onde destaca agravante para o milho.
O sindicato nos ofereceu a princípio uma colaboração de 40 reais, mas depois baixou para 20 reais; nos deram almoço e dormida.
Pela manhã do dia 20 de junho, seguimos para Cajazeiras, mas dormimos há 20km de lá, em um posto na cidade de Felizardo na Paraíba. No outro dia, chegamos em Cajazeiras, onde procuramos informoções a cerca das sementes naturais; mas não nos souberam informar e nos indicou a CPT(Comissão Pastoral da Terra); lugar onde nos informaram de algumas experiências de agricultura orgânica, de legumes e cereais por alguns agricultores da região; de lá, o Inácio voltou para Fortaleza para dar uma força à Ivânia na resolução de problemas q surgiram, com a desistência de Camilo e Sandino para viajar com o Ciclovida e Bartira seguiu para o Crato onde ficou aguardando a chegada dos companheir@s Ivânia e Inácio.

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Notícias da Estrada 09

"Já conseguimos sair do Ceará, estamos em Pernambuco; estávamos em Cajazeiras na Paraíba, mas voltamos pelo Cariri e entramos por Pernambuco a partir do Exu; visitamos algumas experiências de agroecologia no Cariri e em Timorante e Bodocó, agora estamos em Ouricuri, Pernambuco; aproximadamente 200km da Bahia. Enfim, é isto. Depois mandamos o relatório". Valeu! Ivânia, Inácio, Bartira.